Vem dançar comigo

Cena do filme Vem dançar comigo

A dança pode ser considerada uma das mais belas expressões artísticas já existentes. Falar de dança significa falar também das danças latinas, como o Tango, a Salsa, o Merengue e o Paso Doble. O Tango originou-se nos bairros pobres da Argentina, e somente por volta de 1910, o Tango foi aceito pela sociedade da época. O Tango pode ser dividido em Tango Argentino, que ficou tão conhecido através da bela voz de Carlos Gardel, e o Tango internacional, que seguiu muitas influências francesas. Já a Salsa é uma mistura de sons e ritmos latino-americanos e africanos, baseado no som cubano. A Salsa foi fortemente influenciada pelo jazz americano. Essa expressão artística surgiu por volta de 1940. O Merengue surgiu na República Dominicana, com influências africanas e até mesmo européias. O Paso Doble surgiu na Espanha por volta de três séculos, e surgiu junto com as touradas. O Paso Doble é um ritmo quente e cheio de sentimentos. Todas as danças apresentadas exerceram forte influência em muitos ritmos ao redor do mundo, inclusive no Brasil. E então, conhecidos os ritmos, agora só nos resta dançar!

( Por Priscila Fernanda)

Uma "Gallette des Rois"


Coucou! Olha eu aqui!

Nham, nham, nham! Vamos falar sobre comida? Porque, claro, comida também é cultura!

Vocês conhecem ou já ouviram falar da Gallette des Rois? Para os que já conhecem très bien e para os que não conhecem vou tentar contar um pouco da história desta espécie de bolo muito apreciado pelos franceses.

A Gallette dês Rois é uma espécie de bolo, que como Panettone sempre aparece na época do Natal.

A Gallette é feita para a Festa de Reis (Rois=Reis) e traz com ela uma tradição bem interessante. Antes da industrialização em larga escala, a Gallette era feita em casa e momentos antes de ser colocada para assar “recebia” um grão de arroz ou um caroço de milho ou feijão na massa. Após assada a diversão era encontrar o “brinde”. Quem o encontrasse seria o Rei ou a Rainha do dia. Hoje com a industrialização a Gallette é vendida nos Supermercados e ao invés do grão de milho há agora um “mini-rei” de brinquedo. Quem o encontra continua sendo Rei ou Rainha, podendo agora convidar, geralmente um namorado ou namorada em potencial, para ser consorte (nas caixas onde são vendidas tem até uma coroa para oferecer ao”consorte”).

Essa conversa me deu fome!

Vou ficando pro aqui!

Au Revoir!

(Por Ingrid)

Saudando em francês

Salut!

Olá!

Bom, como este é o ano da França no Brasil, meu primeiro pensamento foi mostrar um pouquinho da cultura francófona que muitas vezes desconhecemos. Afinal, a França não é apenas pão e Torre Eiffel.

Em se tratando dos países de língua francesa, a primeira lição é: NUNCA trate um francês por você (a não ser que você já o conheça ou tenha com ele alguma amizade). Diferentemente daqui onde a todo momento somos “meu bem”, “coração” ou “minha flor”, nos países francófanos a toda uma questão de respeito e polidez (não que eu ache “coração” uma forma desrespeitosa).

Para os franceses a educação vem em primeiro lugar e, por isso, por educação, sempre se trata um desconhecido ou alguém com quem não se tem intimidade pelo pronome da segunda pessoa do plural: vous. Um pergunta simples do tipo: “Como vai você?” deve ser feita de forma mais polida, respeitosa: “Comment allez-vous?”.

Então, já sabe. Quando estiver em Paris, nos Champs-Élysées ou na Avenida La Croisette, em Cannes, nunca aborde um desconhecido com um “Mon Chére / Ma Chérie”. C’est la mort!

Acho que por hoje é só isso até porque já falei demais.

À bientôt! Até logo!

(Por Ingrid)

Que delícia!



A Paella é considerado um dos pratos culinários mais representativos da Espanha. A Paella é um prato originado da região de Valencia, na Espanha. Nos séculos XV e XVI, surgiu como um alimento para os camponeses que realizavam trabalhos rurais. Originalmente, a Paella levava arroz, óleo de oliva e sal, e era um prato cozido em uma panela redonda com alças, que se chamava “Paella”. Logo, a escolha de um nome tão representativo. Atualmente, acrescenta-se a esta delícia culinária alguns frutos do mar, em especial o camarão. Que delícia!
(Por Priscila Fernanda)

Versão Brasileira, Herbert Richers



"Versão brasileira, Hebert Richers"? Quantas foram as vezes que repeti esta frase sem saber sobre o que estava falando.

No dia 20 de Novembro de 2009 estava eu em frente a TV a mudar os canais quando ouvi a notícia sobre a morte de Herbert Richers.

Resolvi dar uma garimpada na Net e ver o que se escondia por trás da frase e encontrei no Site Cinema em Cena esta matéria:

''''Versão Brasileira: Herbert Richers''''. Que pessoa, assistindo a filmes dublados na televisão ou no cinema, não se lembra dessa locução, dita logo no início da exibição de filmes estrangeiros com dublagem nacional? O dono da fábrica de vozes mais famosa do Brasil faleceu hoje no Rio de Janeiro, devido a problemas renais.

Nascido em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923, Herbert Richers mudou-se para o Rio em 1942. Em 1950, criou a Herbert Richers S.A., uma das pioneiras no ramo de dublagem de filmes e seriados no Brasil. Richers encarou esse filão desejoso de sanar uma questão: àquela época, os filmes e séries estrangeiros eram exibidos na TV com som original e legendas de baixa qualidade. Recorrendo a um grande amigo - um tal de Walt Disney -, Richers foi introduzido à prática da dublagem, muito popular em solo americano.

Vários trabalhos foram feitos pela empresa de Richers, como a dublagem dos desenhos Animaniacs, Scooby-Doo,Thundercats; dos seriados Friends, Barrados no Baile, Alf - o ETeimoso; e dos filmes Máquina Mortífera (toda a franquia), O Poderoso Chefão, Stallone Cobra, dentre outros filmes.

Apesar de ter o nome estritamente relacionado às dublagens, Richers também era produtor de cinema. Na sua ficha cinematográfica constam produções nacionais como Meu Pé de Laranja Lima (1970) e O Assalto ao Trem Pagador(1962), além da adaptação para o cinema do livro Vidas Secas (1963), de Graciliano Ramos. Como produtor, a sua última atuação foi em Ana, a Libertina, de 1975, do diretor Alberto Salvá.

Hoje, a Herbert Richers S. A. é uma das maiores empresas no ramo de dublagem: 70% dos filmes dublados exibidos no cinema são da empresa. Ao todo, são 150 horas de filmes dublados por mês.


Herbert Richers começou como câmera do Walt Disney; ouça entrevista

DIÓGENES MUNIZ
editor de Multimídia da
Folha Online


Herbert Richers se apresenta

O encontro com Walt Disney

"Cinema é oxigênio"


Atualmente, seus maiores clientes são as companhias aéreas, que chegam a pedir o mesmo filme em 25 línguas diferentes.

(Por Paty Rua)

Diálogos Literários



Miguel de Cervantes Saavedra é considerado uma das figuras mais representativas da Literatura espanhola. Cervantes nasceu, provavelmente, em 1547, em Alcalá de Henares, cidade espanhola, e morre em 1616, em Madrid. Entre as suas grandes obras está a novela de cavalaria Don Quijote de la Mancha, que foi publicada a primeira parte em 1605, e a segunda parte em 1615. Don Quijote de la Mancha é uma novela de cavalaria, que apresenta um homem, que é um fidalgo maduro, que ler excessivamente livros de cavalaria. Logo, fica louco e acredita ser um cavaleiro, que sai em busca de aventuras. Vale a pena conferir!

(Por Priscila Fernanda)

¿Vamos a bailar?



A dança Flamenca é uma das manifestações artísticas mais antigas e belas da história da humanidade. O Flamenco é uma expressão artística fortemente influenciada pela cultura cigana, e reflete a cultura da Andaluzia, na Espanha. O Flamenco é composto por três elementos importantes: “El cante” (a canção Flamenca), “El baile” (dança Flamenca), e “La guitarra” (a forma como o instrumento é tocado).Foi nas “Cartas Marruecas” de Cadalso, em 1774, que foi feita menção ao Flamenco. A partir do século XIX, entra a guitarra, o canto e as palmas, e no século XX, o sapateado é introduzido na dança Flamenca. Tais elementos irão acompanhar as atuações da dança Flamenca na região da Andaluzia. O Flamenco além de ser uma expressão da arte é uma representação muito importante da História e da cultura espanhola.

(Por Priscila Fernanda)

Músicas da Semana

Non, Je Ne Regrette Rien (Cássia Éller) - Edith Piaf
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Por Una Cabeza (Instrumental) - Carlos Gardel